RETRATOS PAMPILHOSENSES EXPOSTOS NA FACULDADE DE DIREITO DE LISBOA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail


...“Retratos da Justiça em Pampilhosa da Serra” traduz, deste modo, a ideia de simplicidade e, por outro lado, encontra-se associado à forma carinhosa com que as gentes do nosso concelho se referiam, em tempos idos, à fotografia....

Cerca de trinta pessoas assistiram no dia 14 de Outubro à inauguração da exposição fotográfica “Retratos da Justiça em Pampilhosa da Serra” no átrio principal da Faculdade de Direito de Lisboa.

Para além da presença do impulsionador da iniciativa cultural e do responsável pela instituição anfitriã, respectivamente o fotógrafo amador Armando Ramos e o director da faculdade Eduardo Vera Cruz Pinto, o evento contou com a presença do recém-empossado presidente do Supremo Tribunal de Justiça António Henriques Gaspar, vários membros dos órgãos sociais da Associação de Juristas de Pampilhosa da Serra (AJPS), assim como alguns pampilhosenses que aceitaram o convite público para assistir à cerimónia.

Coube a Luís Lameiras, presidente da Direcção da AJPS, abrir a breve cerimónia de inauguração da exposição “Retratos da Justiça em Pampilhosa da Serra”. «Perguntar-se-á o porquê da escolha desta faculdade de direito para, em Lisboa, patentear a exposição», começou por referir o responsável da associação jurídica pampilhosense. «São “retratos da justiça” o seu objecto. Quer-se, com esta exposição, retratar e dar a conhecer aspectos de Justiça nas belas terras da Pampilhosa – terras condenadas pela interioridade; e num tempo em que o futuro, até o judiciário, é ainda pouco menos que incerto», justificou o magistrado oriundo das Aldeias, agradecendo ao director da faculdade lisboeta e a Armando Ramos a concretização de mais uma iniciativa levada a cabo sob a égide da AJPS.

De seguida coube ao autor das 20 fotografias dirigir algumas palavras à assistência ali presente, afirmando que «o título “Retratos da Justiça em Pampilhosa da Serra” traduz, deste modo, a ideia de simplicidade e, por outro lado, encontra-se associado à forma carinhosa com que as gentes do nosso concelho se referiam, em tempos idos, à fotografia. “Tirar um retrato” significava imortalizar um momento, ter uma recordação no futuro, ainda que acessível a poucas pessoas, porque os tempos eram outros, todos gostavam de ser retratados».

Armando Ramos explicou ainda que «também aqui tentámos ser o mais simples possível. Não esperem encontrar fotografias artísticas, pois não as vão encontrar. Trata-se de um conjunto de imagens que, no seu todo, reflectem o quotidiano e a realidade da justiça num concelho do interior do nosso país», justificando também que a escolha da Faculdade de Direito de Lisboa não foi um acaso, mas um acto premeditado. «Trata-se efetivamente de um local onde se ensina o Direito e as suas vertentes, sem esquecer que existe um outro mundo fora das paredes deste local de ensino – a realidade é muito mais rica e diversa que a existente em todos os manuais académicos», afirmou.

Finalmente, coube a Eduardo Vera Cruz Pinto o encerramento da cerimónia. Para o director da instituição anfitriã constituía um prazer acolher a exposição fotográfica, salientando o seu carácter inédito na história deste estabelecimento de ensino superior público. Expressou ainda o desejo da faculdade prosseguir ela própria algumas iniciativas culturais dado o facto da instituição dispor de diverso património artístico e cultural capaz de cativar o interesse de vários públicos.

A exposição fotográfica “Retratos da Justiça em Pampilhosa da Serra” estará patente no átrio principal da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa até ao dia 15 de Novembro, podendo ser visitada durante todo o horário de funcionamento da instituição.

 

António Amaro Rosa

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